A abordagem crítica da propriedade intelectual olha inclusive para o uso da linguagem como componente da realidade e chega a questionar o próprio uso desse conceito. O argumento combate a adequação do uso desse termo. Alega-se que seria inadequado agrupar sob um mesmo significante figuras de significado tão distinto, como marcas, patentes e direitos autorais.
Alexandre Oliva, conselheiro e co-fundador da Fundação Software Livre América Latina – FSFLA, sustenta que
O uso do termo não só induz ao erro de generalizações indevidas, mas também confunde os processos de raciocínio. Sua principal função é desviar a atenção das pessoas sobre as verdadeiras justificativas sociais para direito autoral, marcas, patentes, etc. – que em alguns casos são de fato privilégios que beneficiam a sociedade – para fazê-las pensar sobre esses temas como se fossem todos pequenas variações de um inexistente direito natural de propriedade, e em seguida usar esse raciocínio deturpado para introduzir privilégios impróprios. (OLIVA, 2007)
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Um professor nato – esse é o Oliva. Acho que ele nem sabe, mas ajudou um monte no meu TCC.
Ah, e ainda bem que a legenda diz que ele é o da esquerda – nunca ia descobrir! +D
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Ele esteve na faced na semana de éticahacker, foi muiot bom
Salve, Paulo!
Aqui é o seu vizinho de blog. Não sei se você ainda se lembra… (rs)
http://hiperficial.wordpress.com/about
Agora, consegui uma conexão estável e posso navegar com mais frequência.
Estou procurando infomações sobre registro do meu conteúdo no Creative Common.
Você tem alguma dica que possa ajudar?
Valeu, um abraço!
Er… quem escreveu isso, muito antes, foi o Stallman:
http://www.gnu.org/philosophy/not-ipr.html
Sim, claro. Mas o texto que cito é do Alexandre (que é amigo do Stallman)