20, Dezembro, 2008 • 21:40
Poema meu, originalmente publicado em Sacada, em 01/11/2005

A música pelo ar se move como o vento
Cada nota porta uma semente de felicidade 
Germinar e crescer nos corpos em movimento
Dançantes pomares fertilizados com liberdade
Na aquarela de brilhos intermitentes
Cada feixe é um sol independente
Iluminando apenas o suficiente
Aquecendo o terreno gradualmente
Na noite surgem flores desabrochadas
No rosto se abrem janelas escancaradas 
As sensações se dilatam multiplicadas
Difusas na pele que precisa ser regada
Arquivado como:Sacada , música, poema, primavera
Poema meu, originalmente publicado em Sacada, em 15/12/2005
No ritmo com que o sol altera a aquarela 
O caminho entre as árvores, a ponte velha
Um desejo secreto, mãos dadas, eu e ela
O reflexo crescente na água até a queda
A liberdade dos seus cabelos flutuantes
Uma imagem de sonhos, um longo instante
Manhã entardencendo em cores brilhantes
Competindo nossas pedrinhas deslizantes
Sorrisos satisfeitos, um beijo sobre os trilhos
Topo da colina, ela em direção à cozinha
Eu, cabisbaixo, às broncas escada acima
E a inocência escorreria junto à sujeira
Arquivado como:Sacada , chuva, infância, poema, primavera, romance
18, Dezembro, 2008 • 09:11
Poema meu, originalmente publicado em Sacada, em 15/12/2005
No ritmo com que o sol altera a aquarela
O caminho entre as árvores, a ponte velha
Um desejo secreto, mãos dadas, eu e ela
O reflexo crescente na água até a queda
A liberdade dos seus cabelos flutuantes
Uma imagem de sonhos, um longo instante
Manhã entardencendo em cores brilhantes
Competindo nossas pedrinhas deslizantes
Sorrisos satisfeitos, um beijo sobre os trilhos
Topo da colina, ela em direção à cozinha
Eu, cabisbaixo, às broncas escada acima
E a inocência escorreria junto à sujeira
Arquivado como:Sacada , poema, primavera, romance
8, Dezembro, 2008 • 12:00
7, Dezembro, 2008 • 20:38
Poema meu, originalmente publicado em Sacada, em 26/09/2005
O inverno agora é história 
O frio não é senão memória
E nada mais importa 
As palavras apenas atrapalham
Posto ser esse sentir nominável
Dizê-lo seria dispesável
Sim, de longe dá pra ver 
Mas e quem poderia querer esconder 
Alimente e deixe crescer
O pino não volta à granada
O peito explode em olhos de artifício
O corpo bobo é só sorriso
Arquivado como:Sacada , poema, primavera, romance
17, Novembro, 2008 • 06:00
Poema meu, originalmente publicado em Sacada, em 15/10/2005
Conquanto as palavras sejam feitas para dizer
Nunca me foi dito, se é que se pode saber 
Com quantas palavras eu poderia lhe dizer
As coisas que sinto e preciso dizer a você
Quando as palavras faltam sem mais nem porquê
Restam-me gestos perdidos, e eu fico à mercê
Procurando por palavras que não vão aparecer 
Então apenas sigo sentindo o que sinto por você
Enquanto as palavras insistirem em se esconder
Sinto que será assim, meio que sem querer
Pelo meu modo de agir que deixarei transparecer
Pra ver se você descobre o que sinto por você
Arquivado como:Sacada, linguagem , poema, primavera, romance
4, Novembro, 2008 • 17:01
Poema meu, originalmente publicado em Sacada, em 07/11/2004
Perfume de flores com o cheiro de sua pele
Que me enebriasse e me deixasse bem leve
Luz de estrelas reluzentes como seu sorriso
Que me guiasse e me proporcionasse alívio
Brilho de lagos profundos como o seu olhar
Que me seduzisse e me fizesse parar
Maciez de frutas deliciosas como sua boca
Que me deliciasse e me desse força
Calor do sol tão quente quanto o seu corpo
Que me aquecesse ao ponto de flutuar
Fluxo de águas tão lindo quanto seu cabelo
Que me permitisse me deixar levar
Para refrescar um pouco a minha memória
E afastasse de mim de vez essa saudade
E para que as lembranças que tenho dela
Novamente se pudessem tornar realidade
Arquivado como:Sacada , poema, primavera, romance, saudade
20, Outubro, 2008 • 23:40
Poema meu, originalmente publicado em Sacada, em 01/11/2005
Porque você é assim tão meiga
E sobretudo por ser uma menina com uma flor
É que a primavera se faz mais bela
E o mundo acima de tudo lhe tem tanto amor
E se lhe ocorrerem espinhos pelo caminho
Não sofra, haja o que houver
Te
nha os sentimentos do mundo como pétalas
Bem-me-quer, mal-me-quer
Arquivado como:Sacada , poema, primavera, Vinicius de Moraes
12, Outubro, 2008 • 08:23
Poema meu, originalmente publicado em Sacada, em 01/11/2005
A música pelo ar se move como o vento
Cada nota porta uma semente de felicidade 
Germinar e crescer nos corpos em movimento 
Dançantes pomares fertilizados com liberdade
Na aquarela de brilhos intermitentes
Cada feixe é um sol independente
Iluminando apenas o suficiente
Aquecendo o terreno gradualmente 
Na noite surgem flores desabrochadas 
No rosto se abrem janelas escancaradas
As sensações se dilatam multiplicadas
Difusas na pele que precisa ser regada
Arquivado como:Sacada , poema, primavera
Do XKCD, um quadrinho da internet de romance, sarcasmo, matemática, e linguagem, por cuja descoberta agradeço à Eterna Menina Shoyo.

O que você está fazendo?
Girando no sentido anti-horário
Cada volta retira do planeta
momento angular
diminuindo sua rotação
o menor tiquinho
fazendo a noite durar,
atrasando o amanhecer
dando-me um pouco
mais de tempo aqui
com você
Arquivado como:Sacada, varanda , humor, matemática, primavera, quadrinhos, romance
Hipercrítica