G

poema originalmente publicado em Sacada, em 22/12/2003

O olho amarelo, de leste para oeste
Desenha no chão o giro terrestre

E ao revelar-se o escuro celeste
Prata, insistente, brilha e reflete

Quem o encara, ele enrubesce
Quem se esconde, empalidece

Sua energia nos faz girassóis
Girando a vida, sem guia, a sós

Íris de Hélio, ele olha e seduz
Envolve num jogo de sombras e luz

2 pensamentos sobre “G

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