Blue ruin

Originalmente publicado em Sacada, em 27/08/2004

Toda e cada música de amor que ouço me entristece
Cada verso é uma semente, e dentro do meu peito cresce

Esse frio imbecil que hoje eu sinto e nada aquece

Uma ansiosa obsessão por respostas, até agora
Até perceber não haver perguntas, a questão é a negação
É essa estranha relutância ao fim da história

Preferia quando eras minha e em ti eu me dividia
Sinto como se fosse o resto de quem um dia foi completo
Fadado a viver no epílogo infinito da biografia

3 pensamentos sobre “Blue ruin

  1. Olá Paulo, desculpe-me pela demora da resposta, mas aqui estou para agradecer o favor que me fizeste =]
    e já que tocou no assunto, belas as palavras que escreveu neste post.

    Sendo assim obrigada pela ajuda e pela leitura ^^
    o/

  2. Olá!
    A figura ao lado do post, entitulada “Semente triste” me deixou curiosa e interessada. Se possível, poderia me mandar por e-mail informações sobre esta obra? Autor, época ou ano da sua produção etc.? Seria uma grandeeee gentileza.

    Agradeço antecipadamente!

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