Deuses Jardineiros

Poema meu, originalmente publicado em Sacada, em 01/11/2005

A música pelo ar se move como o vento
Cada nota porta uma semente de felicidade
Germinar e crescer nos corpos em movimento
Dançantes pomares fertilizados com liberdade

Na aquarela de brilhos intermitentes
Cada feixe é um sol independente

Iluminando apenas o suficiente
Aquecendo o terreno gradualmente

Na noite surgem flores desabrochadas
No rosto se abrem janelas escancaradas
As sensações se dilatam multiplicadas
Difusas na pele que precisa ser regada

2 pensamentos sobre “Deuses Jardineiros

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