Em brancas nuvens

Quem passou a vida em brancas nuvens e em plácido repouso adormeceu,
Quem não sentiu o frio da desgraça, quem passou pela vida e não sofreu
Foi espectro de homem, não foi homem, só passou pela vida, não viveu.

(Francisco Otaviano)

Não sei exatamente se foi aos 11 ou aos 12 anos, mas sempre vou me lembrar de um certo aniversário  meu em Barra do Garças, quando meu pai deu uma festinha numa lanchonete, apenas para “não passar em brancas nuvens“.

Ganhei um jogo da Turma da Mônica para Master System, entre outros presentes bacanas. Mas essa figura de linguagem eu vou identificar para sempre com aquele momento.

“Pai” desnaturado que sou, deixei o primeiro ano do Hiperfície passar em brancas nuvens. Ainda falta muita coisa para estruturar por aqui,  como os links para os blogs antigos, explicar melhor o conceito de Hiperfície e por aí vai.

Foi um ano bacana esse que passei com essa idéia na ponta dos dedos, que gerou outras como hiperamigos e hiperabraços.

Bom, chega de “meu querido diário”. Let the seasons begin!

Um pensamento sobre “Em brancas nuvens

  1. Tudo que é bom permanece, independente de qualquer acontecimento ou esquecimento.
    Parabéns, atrasado e de ambos, a este espaço tão doce, fofo e de utilidade pública. Adoro.

    Ótimo Ano Novo, para este blog e para vc.

    Hiper beijo!

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