Qual o preço da liberdade?

graphicNos EUA, a Fundação Fronteira Eletrônica (EFF) está em campanha contra o programa de vigilância que permite ao Estado o grampo sem mandato prévio. Surreendentemente, a administração Obama decidiu manter essa política de espionagem criada na era Bush, sob a controversa alegação de que se trata de um segredo de estado soberano, inquestionávle porque imunizado pelo Patriot Act.

Para apoiar no combate, que inclui um processo judicial em andamento contra a Agência Nacional de Segurança (NSA)  e é 70% mantido por doações, está aberta no site uma coleta de fundos. Quem ajudar pode optar por receber ou não brindes como broches, camisetas, bonés e livros.

statebookNa Inglaterra, o Grupo Direitos Abertos (ORG), que trabalha para preservar direitos e liberdades digitais (e tem como patrono Neil Gaiman), lançou recentemente uma rede de relacionamentos fictícia, o Statebook, alimentado com assustadoras informações de indivíduos mantidas na base de dados do governo, tais como tráfico de internet, dados de registro pessoal e até perfis de DNA.


2 pensamentos sobre “Qual o preço da liberdade?

  1. Pingback: Monitoramento pela NSA: porquê não cobrar atitudes individuais | HIPERFÍCIE

  2. Esse Obama tá muito medroso.. isso não é bom.
    A invenção do Statebook foi genial, por que eu não tenho essas idéias?

    Ah sim! Preciso do seu e-mail para enviar a monografia.

    E mais uma coisa: mandei um depoimento pro seu orkut com as informações do encontro para assistir ao show do radiohead. vá lá!

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