Inocência islandesa

texto originalmente publicado em Rascunho, em 28/09/2007

File:Innocence box cover.jpgLembro com gosto a primeira vez em que tive medo. Hoje o aprecio tanto quanto a coragem.

Mas mesmo desfeita a ilusão de ser intocável, a inocência permaneceu, em algum lugar diferente que a neurose só alcança se encontrar um campo fértil onde possa florescer.

Dominar a droga do medo é sentir-se onipotente.

Preservar-me para mais tarde ou dar tudo de mim generosamente? É o medo de perder que drena energia, tranca o peito e desliga o coração.

Abra-se e compartilhe!

Lembro com gosto a primeira vez em que tive medo, hoje tão apreciado quanto a coragem.
Mas mesmo desfeita a ilusão de ser intocável, a inocência permaneceu, em algum lugar diferente, que a neurose só alcança se puder florescer.
Dominar a droga do medo é sentir-se onipotente.
Preservar-me ou dar tudo de mim? É o medo de perder que drena energia, tranca o peito e desliga o coração.
Abra-se e compartilhe!

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