Paulo Rená

Mestre em Direito, Estado e Constituição (2010) pela Universidade de Brasília. Professor na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais e pesquisador no UniCEUB (desde 2014). Assessor jurídico no Tribunal Superior do Trabalho (desde 2004). Cofundador do Instituto Beta: Internet & Democracia (2013) e do Partido Pirata (2012). Ativista na defesa dos direitos fundamentais no contexto da cultura digital. Fui um dos gestores do projeto de elaboração coletiva do Marco Civil da Internet no Ministério da Justiça (2009).

Contatos

Paulo Rená da Silva Santarém, Superquadra Norte (SQN) 316, bloco E, apartamento 306 – Asa Norte, Brasília – DF, Brasil CEP 70775-050

Email acadêmico: paulo@ibidem.org.br
Email pessoal: paulorenadasilvasantarem@gmail.com
Telefone Celular: + 55 61 9 8334-3055
Telefone Residencial: +55 61 3034-3430
Skype: prss83
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Biografia

Paulo Rená da Silva Santarém é jurista, ciberativista e flamenguista. Nascido em 1983, em Barra do Garças (MT), mora em Brasília desde 1994 (tendo residido brevemente na cidade do Rio de Janeiro, durante o segundo semestre de 2012).

Trajetória acadêmica
Ensino FOrmal

Em 2014 concluiu o curso de Pós-Graduação latto senso em Direito Constitucional do Trabalho, oferecido pela Universidade de Brasília em parceria com o Tribunal Superior do Trabalho. Apresentou o artigo “Privacidade e email corporativo: pontos cegos na jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho“.

Em 2010 obteve o título de mestre em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília com a dissertação “O Direito Achado na Rede: a emergência do acesso à Internet como direito fundamental no Brasil“, na qual recupera a história recente da mobilização social contra o AI-5 Digital até o surgimento do Marco Civil da Internet no Brasil.

Em 2006 graduou-se na Faculdade de Direito. Obteve o título de Bacharel com a monografia “A súmula vinculante e a diferenciação do direito“.

Pesquisa

É líder de pesquisa no grupo Cultura Digital e Democracia (CDD), formalizado em 2016 a partir do anterior grupo de estudos Direito & Comunicação.

A partir de 2020, em atuação conjunta a outros pesquisadores, converteu ODARede em uma proposta de investigação, pela perspectiva do Direito Constitucional, voltada para a interface social entre direito, política, linguagem, comunicação e informática. A temática ganhou corpo e vem sendo amadurecida coletivamente no âmbito do grupo de pesquisa CDD. Essa coletividade, em parceria com o O Direito Achado na Rua, desenvolve o projeto de Resgate do Observatório da Constituição e da Democracia (C&D).

Durante os meses de abril a julho de 2013 atuou em parceria com a Coordenação de Ensino de Graduação a Distância da Universidade de Brasília realizando uma consultoria sobre direitos autorais na EaD, tendo como resultado a produção do vídeo “Materiais Didáticos e Direito Autoral” e um relatório interno de avaliação das disciplinas oferecidas na plataforma Moodle.

Entre junho e setembro de 2012 coordenou o desenvolvimento da pesquisa “Modelos de Negócios Abertos” (“Open Business Models“) pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas.

Entre 2006 e 2010 integrou o corpo editorial do periódico Constituição & Democracia, produto de uma atividade de extensão desenvolvida na Universidade de Brasília pelo grupo de pesquisa Sociedade, Tempo e Direito.

Em 2004, durante o XI Congresso de Iniciação Científica da Universidade de Brasília, apresentou o relatório “A observação da Jurisprudência Defensiva na diferenciação do subsistema do direito“.Currículo

Conduz e participa de pesquisas sobre prejuízos sociais do conceito da propriedade intelectual, com ênfase em direito autoral; e sobre direito do trabalho, tanto material quanto processual, bem como individual ou coletivo.

Cursos, seminários e palestras

Em março de 2017, tendo sido aprovado por meio de seleção, participou da 3ª Turma do Curso Jurídico oferecido plea Escola de Governança da Internet – EGI, realizado em Brasília pelo CGI.br e o NIC.br, sob coorganização do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS-Rio), e com o apoio da Embaixada Britânica e do Centro de Direito, Internet e Sociedade – CEDIS do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).

Em fevereiro de 2020 participou do Programa de Capacitação em Docência para Direito e Economia, na Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas.

Ativismo

Em junho de 2017, no Supremo Tribunal Federal, participou (pelo Instituto Beta) da audiência pública sobre o Marco Civil e sobre a suspensão do aplicativo WhatsApp por decisões judiciais no Brasil, realizada para auxiliar o julgamento dos processos ADPF 403 e ADI 5.527.

Desde 2014 participa eventualmente de episódios dos podcasts Anticast, Dragões de Garagem, Mamilos – B9 e Segurança Legal.

Em julho de 2012, fundou o Partido Pirata do Brasil com mais 120 pessoas, na cidade de Recife (PE). Empreendeu as campanhas Enquartopédia, Pirateando Jackson / Michael Livre; Mais Poesia, Menos Dinheiro e fez parte da concepção da Votoserrapq. Integrou o Movimento MEGA, junção dos grupos de ciberativismo Mega Não e Mega Sim. Apoiador do Dia Mundial Sem Carro, que questiona o padrão de mobilidade urbana. Simpatizante do software livre, wikipedista, tradutor diletante (Amara, Google Tradutor e Transifex) e blogueiro wordpress.

Profissão
Professor Universitário

Desde agosto de 2014 é professor do curso de graduação em Direito no Centro Universitário de Brasília – UniCEUB, lecionando as disciplinas Direito da Criança e do Adolescente, Responsabilidade Civil, Direito do Trabalho II e Direito Processual do Trabalho I, além de orientar a elaboração de monografias de final de curso junto ao Núcleo de Pesquisa e Monografia, nas áreas de Direito Constitucional, Direitos Fundamentais, Direito do Trabalho, Direito Autoral, Direito da Criança e do Adolescente, Responsabilidade Civil e Sociologia Jurídica.

Entre abril de 2016 e dezembro de 2018 foi professor na Pós-graduação do IESB – Centro Universitário Instituto de Ensino Superior de Brasília. Lecionou a disciplina Ética, Legislação e Direito Autoral e de Imagem na Web para o curso de Jornalismo Digital e Produção Multimídia. Orientou trabalhos de conclusão de curso.

Servidor Público Federal

Servidor público federal do Tribunal Superior do Trabalho empossado em 2004, atualmente exerce o cargo de assessor jurídico em gabinete de Ministra da Corte.

Entre novembro de 2009 e setembro 2010 atuou na Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, onde foi gestor do projeto de elaboração coletiva do anteprojeto de lei do Marco Civil da Internet no Brasil.

Fotos

Currículo

45 comentários em “Paulo Rená

  1. Paulo Tudo bem. Não sei se vc lembra mas conversamos ano passado sobre os movimentos sociais que contribuíram para a construção do Marco Civil da Internet no Brasil. Tenho um questionário de 10 perguntas que preciso que vc e mais cinco pessoas respondam: Caribé, Ronaldo Lemos, Bruno, deputado Alessando Molon, para a finalização da minha Tese de doutorado. Como posso te enviar?

    Curtido por 1 pessoa

          1. Paulo bom dia. A ignorante sou eu. Não consigo acessar teu email. Não sei se é o desespero de uma doutoranda em fase final de Tese ou se é a “própria pessoa” que nunca foi fera em informática e agora se ressente dessa lacuna… Me ajuda??

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  2. Cadê o Dr Tulio Vianna* pra aumentar o coro, hein?

    Olha, pelo pouco que li, esses “Cinéfilos profissionais”, enquanto opinadores do Direito, continuam sendo EXCELENTES “cinéfilos profissionais”. Até “roubo da propriedade intelectual” eu li. Cruzes!

    *recomendo a seguinte leitura aos cinéfilos que aqui atacam o Paulo Rená(e que não raro baixam mp3 e filmes na internet sem autorização dos autores):

    http://jus.uol.com.br/revista/texto/8932/a-ideologia-da-propriedade-intelectual

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  3. Olá, amigo. Vim ao teu blog por meio do teu texto “Mega Sim: direitos fundamentais e regras razoáveis para a cultura digital” na tuítosfera. Fico feliz em encontrar mais um amigo da blogosfera que mora em Brasília. Estou atrás de companheiros militantes ou ativistas para fazer algo por nossa cidade hoje. Forte abraço!

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  4. Renázinho querido, tem que ajeitar onde tá Tribunal Superior de Brasília para Tribunal Superior do Trabalho 😉

    E uma atualizadinha também não ia nada mal né? rs

    Tá quase tão atrasado quanto meu lattes rsrs

    Beijos!

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  5. Paulo,

    é sempre bom encontrar companheiros de luta. Aqui na UNESP-campus de Franca, temos nosso foco de resistência no NEDA (Núcleo de Estudos de Direito Alternativo), no NATRA (Núcleo Agrário Terra e Raiz – grupo que faz extensão com o MST da região de Ribeirão Preto) e no GAPAF (Grupo de Alfabetização Paulo Freire – grupo q faz extensão na perspectiva da pedagogia da libertação de Paulo Freire).
    Abraço

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  6. Oi Paulo, conheci o teu blog e o teu trabalho através dos comments do post sobre Bibliotecários do Trezentos, lembra?

    Estou escrevendo meu trabalho final de curso sobre bibliotecas p2p, gostaria de trocar umas idéias contigo (se for possível) sobre leis e questões de diretos autorias em redes de compartilhamento de arquivos

    Abraço
    Frederico
    @cutty_

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  7. Oi Paulo, cheguei ao seu blog por indicação de um amigo que faz mestrado em brasília na unb. Estou fazendo mestrado e também pesquiso sobre direitos autorais na internet. Resolvi te deixar esse post e quem sabe a gente pode trocar uma idéia sobre o tema.

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